Saturday, November 12, 2005

Elizabethtown

Cheguei mesmo agora do cinema e tinha que me agarrar ao blog. Confesso que ainda não tinha ouvido falar do filme e ainda mais de pé atrás fiquei quando soube que era com o Orlando Bloom. Não me perguntem porquê mas este rapaz ainda não me convenceu. Porém mesmo antes de sair de casa fui-me informar e fiquei um pouco mais descansado ao constatar que a elegante Susan Sarandon fazia parte do elenco e que o realizador era nem mais nem menos que Cameron Crowe, o mesmo que realizou o delicioso Almoust Famous, já para não falar de Vanilla Sky.



Conclusão? O filme é bom. Bom? Então e um filme bom é suficiente para aparecer aqui neste blog? Pois, o filme é bom até à hora e meia de filme porque a última meia-hora é absolutamente Genial... do melhor que vi em cinema nos últimos anos. E porquê? Porque me "levou" a paragens que tanto Amo... o meu Pai (para ser sincero, todo o filme me fez lembrar), a relação com a minha Fadinha, Jeff Buckley, a doce personagem Amélie Poulain... enfim, é um final de filme deslumbramente que me faz recomendá-lo vivamente. Ah, e já me esquecia: o rapaz até sabe representar...

3 comments:

Anonymous said...

..."o rapaz até sabe representar"...AHHHH...não consegues dizer nada melhor do orlando bloom???!!!Bom resta-me relembrar quem escolheu o filme :P
Este filme é pura simplicidade e só chega a quem tiver o coração bem aberto...Love u.

Ryder said...

O melhor elogio que posso fazer a este filme (que ja' tinha vontade de ver e que depois de ler o teu post fiz tudo para ir ver no próprio dia) é que, depois de sair do filme pelas 21 e qualquer coisa, dei por mim à meia-noite no meio da serra de Sintra a olhar para nada... Ou para tanto...
E mais não digo senão:
Quero a minha Kirsten Dunst!

Mike Monteiro said...

Fui ver o filme.
Confesso que as minhas expectativas estavam muito, muito altas. Talvez por isso o filme não me tenha deixado deliciado da mesma forma que te deixou.
Acho que o filme perde-se um pouco e às tantas não sabemos se segue em torno dele, se afinal é sobre o pai, ou se irá prosseguir com a rapariga. Talvez por isso tenha também tido a sensação de que a última meia hora do filme é que compensa o resto.
Conclusão, acho que depois de filmes tão românticos na história do cinema como Lost In Translation, Before Sunset, Eternal Shunshine of a Spotless Mind, um filme que se intitule de romântico tem realmente de mostrar muito mais valor do que Elizabethtown. Talvez esta pelicula tenha mais "significados" para ti do que aqueles que teve para mim.