E tal como o último dos Radiohead, este novo registo dos Muse conseguiu superar as minhas melhores expectativas. Arrisco-me mesmo a dizer que estamos na presença do seu melhor álbum até à data.
E porquê? Porque continuam com o seu registo conceptual que volta a mostrar-nos temas grandiosos como o já referido Uprising, mas também Resistance, Unnatural Selection e o já épico United States of Eurasia.

Contudo, é a trilogia final que coloca este disco no patamar mais alto. Uma sinfonia dividida em 3 actos. A banda sonora perfeita para contemplar as águas das Maldivas.
Tenho amigos, cuja opinião muito respeito, que me dizem fazer-lhes um pouco de confusão o lado sinfónico dos Muse. Foi depois de ouvir várias vezes este disco que cheguei à conclusão que é este mesmo lado sinfónico que me faz gostar tanto deles.
A verdade é que depois de um 1º disco muito colado aos Radiohead, os Muse conseguiram responder com 3 discos, cada um a dar a sensação de ser melhor que o anterior. Agora com The Resistance, os Muse assumem-se claramente como uma das melhores bandas da actualidade.
A cereja em cima do bolo reside no facto de serem considerados uma das melhores bandas ao vivo em actividade. Novembro está já quase aí para o comprovarmos...
"Love is our resistance... hold me, our lips must always be sealed."

1 comment:
É bom , é bom...
E desconfio que ainda vou gostar mais ao fim de ouvir mais umas quantas vezes...
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