Friday, March 28, 2008

HAARP

Durante vários anos os irlandeses U2 ostentaram, e bem, o título de melhor banda ao vivo. Nos últimos anos foram os Radiohead a merecer tal mérito. Hoje em dia creio não haver paralelo a um concerto de Muse. Ouça-se/veja-se Haarp, o seu mais recente lançamento discográfico, e facilmente se percebe porquê. Inacreditável...

9 comments:

Alexandra said...

Ainda não vi/ouvi o CD em questão, mas basta me recordar o concerto que deram a 26 de Outubro de 2007 no Campo Pequeno, para concordar que, igual a Muse, não existe nada!

Simplesmente mágico. Aquele 'Starlight', o 'Time is Running Out' que me arrepiou como nenhuma outra m+usica ao vivo jamais tinha conseguido... FOi um concerto que fica na memória. Por muito bons que os U2 (e claro os Radiohead) sejam, nada supera aquilo...

Anonymous said...

ora muito bem ,são muito bons sim senhor, contudo por ter sido herege e ter evocado o nome dos U2 em vão...logo vai ter que ir ao castigo....ai vais vais :P

Anonymous said...

Alexandra, estou a ver que tens que ir lá a casa para eu te obrigar a ver umas quantas visualizações de concertos dos U2...bom bom...fico por aqui não comento nem respondo a mais ninguem SENÃO VOU TER QUE ME ENERVAR E LEVAR-VOS TODOS A VER CONCERTOS DOS U2 AO ESTILO DA LARANJA MECÂNICA!

lol

Alexandra said...

Deixa lá, eu tenho cá uns DVD's deles em casa, ali algures. Quando tiver tempo vejo.

Não te enerves que não vale a pena! :) Os U2 também são muito bons, mas os Muse.. bem, vou calar-me agora! ;)

Mike Monteiro said...

Seus polémicos!
Pela explicação pessoal do estimado escritor do ilustrissimo blog sub-entendo que um dos motivos para levar a tal categoria será o facto de o espectáculo só pelas luzes e cenário levar a assistir a um concerto único. E pelo que deduzo de U2, grande parte também se centra no espectáculo multimédia. Não deixo contudo de lamentar nunca ter assistido a um concerto destes últimos.
Contudo e para chegar a algum lado há que perceber o que é isso de ser muito bom ao vivo. E cada um terá a sua opinião. Na minha prevalece, que um bom, grande ou o melhor espectáculo será aquele, que nos deixa arrepiados, que nos faz estremecer, que nos dá um soco no estômago e que nos leva embalados para casa. Um espectáculo sem grandes artificios ou ecrans gigantes... que vale, 100% pela música e pelos artistas em palco.. E nesta minha definição cabem poucos. Diria que Sigur Ros é um exemplo claro..

Anonymous said...

yeh...yeh...yeh...dispenso o soco no estomâgo.... :P Concerto bom bom sou eu a cantar com coreografia enquanto faço a lide doméstica, meus amigos!

Morning_Theft said...

Tenham calma... quando digo, os "melhores ao vivo" estava também a socorrer-me da crítica e de recentes prémios musicais que a meu ver são bastante credíveis...

Também eu prefiro espectáculos que assentam sobretudo nas suas canções e na pureza dos seus intérpretes em detrimento da espectacularidade dos elementos presentes em palco.

Assim sendo, também eu colocaria bandas como os Sigur Ros ou até mesmo os Radiohead. Mas exemplo disto tudo que falo poderei já comprová-lo no próximo 12 de Maio com o mágico McFerrin. E esse não leva nada para o palco. É só ele e o microfone...

Quanto à Sra. D. Tooth Fairy, também está no meu top de concertos míticos! Relembro aquele do aspirador no mítico Escritório de Benfica ou aquele com a esfregona na Arena da Cozinha também em Benfica... enfim, momentos imperdíveis! :p

Mike Monteiro said...

E quanto a Muse vais poder reve-los a 6 de Junho no Rock in Rio e comprovar essa tal actuação ;)

lubalécio said...

E Pearl Jam?? Uma banda que não tem espectáculos que são autênticos "Kit's de sócio" com centenas de cópias, tantas quantas as actuações ao vivo... a entrega brutal e o cuidado com que preparam cada setlist? Isso não conta? Tudo para tornar cada concerto um momento irrepetível... vejam o DVD/Documentário da (mini)digressão a Itália e vão perceber o que estou a dizer...

:)