Um bocadinho de egocentrismo também não faz mal a ninguém.
A visão neo romântica que eu, noutros momentos passados, idolatrava também, já não ajuda nada nos tempos que correm.
Mas porque é que terá tudo de ser imensamente profundo, metafísico, terrivelmente dramático, fatídico, convergindo, em último nível, na anulação do próprio "eu", da própria vida?
A nossa herança "cultural", a nossa identidade que nos faz ser conhecidos pela nossa seriedade, pelo nosso "fado", muitas vezes é indiscutivelmente, uma das nossas maiores fraquezas como Povo.
Na angustia inventada, na obscuridade da dúvida, na sensação induzida, quebramos a força que nos faz prosseguir rumo ao futuro.
Como Povo, temos tanto de riqueza histórica e cultural como de paralisia nostalgia em relação a um passado que não retornará nunca mais.
Os românticos revelam o espírito mais profundo do nosso ser, do ser português.
Mas e o processo evolutivo, o conhecimento, a partilha emocional inerente à vida em comum?
E não me falem no amor. O amor faz-nos pessoas melhores, não, outras pessoas! Quem nos ama ajuda-nos a melhorar as nossas capacidades e a superar algumas das nossas fraquezas (aqueles que o consciente permite).
Quem me conhece, sabe que livros tenho na prateleira mas também de que emoções estou a falar.
CHEGA DE DISSECAR EMOÇÕES! É PRECISO VIVER! VIVER INTENSAMENTE!
9 comments:
Grande Manuel Maria!
Quero dar-te um pouco mais de mim para não ter perder.
Também faria sentido?
Todo o sentido, meu Amigo...
Um bocadinho de egocentrismo também não faz mal a ninguém.
A visão neo romântica que eu, noutros momentos passados, idolatrava também, já não ajuda nada nos tempos que correm.
Mas porque é que terá tudo de ser imensamente profundo, metafísico, terrivelmente dramático, fatídico, convergindo, em último nível, na anulação do próprio "eu", da própria vida?
A nossa herança "cultural", a nossa identidade que nos faz ser conhecidos pela nossa seriedade, pelo nosso "fado", muitas vezes é indiscutivelmente, uma das nossas maiores fraquezas como Povo.
Na angustia inventada, na obscuridade da dúvida, na sensação induzida, quebramos a força que nos faz prosseguir rumo ao futuro.
Como Povo, temos tanto de riqueza histórica e cultural como de paralisia nostalgia em relação a um passado que não retornará nunca mais.
Os românticos revelam o espírito mais profundo do nosso ser, do ser português.
Mas e o processo evolutivo, o conhecimento, a partilha emocional inerente à vida em comum?
E não me falem no amor. O amor faz-nos pessoas melhores, não, outras pessoas! Quem nos ama ajuda-nos a melhorar as nossas capacidades e a superar algumas das nossas fraquezas (aqueles que o consciente permite).
Quem me conhece, sabe que livros tenho na prateleira mas também de que emoções estou a falar.
CHEGA DE DISSECAR EMOÇÕES! É PRECISO VIVER! VIVER INTENSAMENTE!
Epá, um gajo já não pode, no seu blog pessoal, citar um grande Putanheiro?... :p
Disseste putanheiro?
ainda se fosse uma frase do bom vivant zézéca marinha!
Não tenho ideia de ter dito esta frase..
LLLLLLOOOOOLLLLLLLL
Fala-se dele e dá logo à costa... Que grande putanheiro!!!!!
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