
"Mas a verdadeira força dos Nirvana (e de Cobain em particular) está na forma como levantou do chão um rock que muitos queriam muribundo (recuperou veteranos como Neil Young!), como trouxe para primeiro plano o Grunge de Seattle (não fossem os Nirvana e que saberíamos nós dos Pearl jam, dos Soundgarden, dos Alice in Chains?). (...) Não fossem os Nirvana, os Metallica nunca teriam cortado o cabelo, os Guns N'Roses estariam a editar o seu 27º albúm e Michael Jackson ainda seria o rei da Pop. Não fossem os Nirvana e, provavelmente, não teríamos a provocação de Marilyn Manson e Eminem. (...) Nem o mundo teria acordado para o rock alternativo e percebido que há música para lá dos tops e que o rock não nasce dos estúdios mas na garagem. É esse o poder dos Nirvana: três albúns e um mundo novo para o Rock."

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